domingo, 26 de julho de 2009

Sem pé nem cabeça, sobre voz.

Sempre tive vontade de saber cantar, saber jogar pelos ares timbres e timbres dos afinados aos de mais rouquidão, tudo em constante dependência com o momento. Inúmeros tons moram espalhados a nossa volta, uns lhes doem os ouvidos por serem tão agudos, outros abusam da sensualidade e sedução, trazendo consigo a inércia do corpo e a exaltação da respiração.

É possível observar uma pessoa e imaginar como é sua voz, acontece muito quando lemos um livro e o mais curioso, é que na grande na maioria das vezes, somos pegos de surpresa : Aquele moreno alto com aparência de um Deus grego, abre a boca e magicamente tem a voz mais fina que a da sua irmã mais nova. Ou aquela loira maravilhosa, cabelos longos e estatura baixa, lhe dirige a palavra e você é capaz de fechar os olhos e imaginar, perfeitamente, estar conversando com o Lula. Certamente são fatos que como muito outros, hoje em dia, são ligados à sexualidade pela sociedade, mas não vem ao caso, isto é outro assunto. Nunca gostei de paradigmas, mas estamos condenados a conviver com eles, o tempo todo. Nada pessoal.

3 comentários:

Maria disse...

escreve bem.
É verdade...O ruim é quando você tá conversando com uma pessoa e ela tem uma voz hiper engraçada. HAHAHAHAHAHA...

camila souza. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
camila souza. disse...

nada pessoal ok ! rs
ahasouuuuuuuu no texto